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Mãe tenta asfixiar a própria filha, de sete meses, e acaba presa em Junqueirópolis

Por folharegional 13/03/2019 11:56 Atualizado em 13/03/2019 11:57
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Uma mulher, 39 anos, foi presa na noite desta terça-feira (12), em Junqueirópolis, depois de supostamente tentar matar a filha, de sete meses, por sufocamento. Um inquérito foi instaurado para apurar os fatos.

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Conforme o delegado Eliandro dos Santos, a história começou depois que a criança deu entrada na Santa Casa da cidade.

Uma assistente social teria levado a bebê até a unidade de saúde, pois havia uma suspeita de que ela havia sofrido alguma fratura óssea.

O hospital, então, acionou um familiar e a avó foi ao local. Ela não concordava com o diagnóstico e quis levar a neta embora, o que não foi permitido pelas equipes.

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A mãe foi chamada e passou a acompanhar.

Posteriormente, uma das funcionárias da Santa Casa notou que a criança chorava muito e, quando entrou no local, onde mãe e filha estavam, flagrou a mulher tentando dar leite para a bebê enquanto tapava o nariz dela.

A suspeita é de que ela tentava asfixiar a filha.

Ainda de acordo com o delegado, a mulher foi encaminhada para a delegacia, onde disse que segurava a bochecha da filha e que aquela era apenas uma forma da criança ingerir mais alimento, já que tinha dificuldade para ganhar peso. Porém, já havia informações de que a bebê teria passado por maus tratos.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado e a mulher foi levada para a Cadeia de Dracena.

O delegado relatou que foi requisitado um laudo para verificar se a criança apresenta alguma lesão na narina que possa indicar a tentativa de sufocamento.

A criança continua internada na Santa Casa, em estado estável, e agora está sob os cuidados do Conselho Tutelar.

Santos contou que o inquérito policial também deve apurar o que causou a fratura na bebê. Em primeiro momento, a mulher declarou que a lesão foi decorrente de uma queda da cama.

Nesta quarta-feira (13), a mulher deve passar por audiência de custódia no Fórum de Junqueirópolis.

A Polícia Civil tem 30 dias – prorrogáveis – para concluir o inquérito.

FONTE: G1 Presidente Prudente – FOTO: Portal ABCRede

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