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Home»Cidades»LUCÉLIA: Mães temem suspensão de terapias por falta de pagamento por parte da Prefeitura
Cidades

LUCÉLIA: Mães temem suspensão de terapias por falta de pagamento por parte da Prefeitura

folharegionalfolharegional8 de dezembro de 2025Updated:8 de dezembro de 2025
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No início da semana passada, várias mães de crianças autistas de Lucélia entraram em contato com a reportagem do jornal e site Folha Regional e relataram preocupação diante do risco de interrupção dos atendimentos oferecidos por clínicas especializadas conveniadas ao município. Segundo elas, a Prefeitura estaria há quatro meses sem repassar os valores previstos para custear as terapias, o que tem gerado apreensão entre as famílias atípicas.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, os pagamentos referentes ao convênio — que utiliza recursos próprios da Prefeitura, repassados consórcio responsável pela intermediação com as clínicas — estariam em atraso desde meados de junho. As mães afirmam que apenas parte do mês de junho e julho foi paga, restando pendências de junho, julho, agosto, setembro e outubro. A cobrança referente a novembro ainda não chegou.

As famílias temem que, sem o repasse, as clínicas sejam obrigadas a suspender os atendimentos, o que comprometeria diretamente a evolução das crianças. Muitas delas já demonstraram melhora significativa com terapias como fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e equoterapia.

Uma das mães, que participa de um processo judicial para garantir o direito ao tratamento do filho, relatou que a evolução da criança após iniciar as terapias tem sido “imensa”. Segundo ela, o filho realiza cerca de 10 horas semanais de atendimentos na clínica Reabilitar, além de equoterapia, e apresentou avanços importantes em comunicação e comportamento.

“É um direito. Já temos uma decisão favorável, mas a Prefeitura recorreu. Só queremos que nossos filhos não percam o que já conquistaram. Crianças atípicas merecem esse cuidado”, disse.

MÃES PROCURAM A PROMOTORIA

Na manhã de quarta-feira, um grupo de mães esteve na Promotoria do município para buscar apoio. O órgão informou que aguardava até ontem (5), prazo para o município regularizar os repasses, conforme determinado no processo em andamento.

PREFEITURA RECONHECE ATRASO, MAS AFIRMA QUE ATENDIMENTOS CONTINUAM

A reportagem também ouviu o secretário de Administração de Lucélia, que confirmou a existência de dívidas, mas garantiu que o município está trabalhando para regularizar a situação.

Segundo ele, “não houve interrupção dos atendimentos, tanto das terapias quanto da equoterapia, serviços fornecidos pelo município”. O secretário explicou ainda que o tratamento para pessoas com TEA é classificado como média complexidade — cuja responsabilidade é do Estado — e que o município busca apoio estadual para manter e ampliar os serviços.

SITUAÇÃO SEGUE SENDO ACOMPANHADA

As famílias aguardam uma solução rápida, reforçando que a continuidade das terapias é essencial para o desenvolvimento das crianças autistas. Sem os atendimentos, afirmam, há risco de regressão comportamental e perda de importantes conquistas.

A reportagem seguirá acompanhando o caso e atualizando as informações conforme novos desdobramentos.

 

 

 

 

 

 

 

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