As investigações estão sob responsabilidade da Delegacia de Defesa da Mulher de Adamantina (DDM) e correm sobre segredo de Justiça conforme determina a legislação em situações que envolvem crimes contra a dignidade sexual.
O crime teria ocorrido em um grupo que teria cerca de 900 integrantes. As vítimas teriam tido fotos autênticas divulgadas e algumas delas possivelmente manipuladas com o uso de “IA” (Inteligência Artificial).
Além da exposição das imagens, o grupo também reunia comentários considerados ofensivos e degradantes, com linguagem vulgar, xingamentos e expressões depreciativas dirigidas às mulheres retratadas nas publicações.
As vítimas seriam de diversos municípios, entre eles Campinas, Flórida Paulista, Pacaembu, Lucélia, Pracinha, Marília, Osvaldo Cruz e outras cidades da região.
Na Polícia Civil, foi aberto o inquérito para apurar crimes de importunação, difamação e divulgação de cena de pornografia, previstos na legislação penal.
Um dos enquadramentos analisados é o artigo 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata da divulgação de material envolvendo menores de idade.
O caso que gerou grande repercussão em toda a região, inclusive em Flórida Paulista, envolve tanto vítimas maiores quanto menores de idade, o que torna a investigação ainda mais delicada.
Entre os pontos mais graves analisados está a possível participação de diversas pessoas na produção e no compartilhamento de vídeos, além da divulgação de fotos em grupos, o que ampliou o alcance do material. A polícia ainda trabalha para identificar todos os envolvidos.
As diligências continuam para identificar outros possíveis envolvidos e vítimas relacionadas ao caso que podem entrar em contato com a Polícia Civil através da delegacia mais próxima.
Por: Redação – FOTO: Ilustrativa

