
De acordo com o boletim da Polícia Militar, a equipe foi acionada pela vítima, via 190, para atender uma ocorrência inicialmente classificada como desinteligência. No local, as partes foram ouvidas e assinaram os respectivos termos.
Segundo apurado, a reunião era conduzida por um profissional da unidade, com o objetivo de tentar resolver desavenças anteriores, ocorridas pela manhã entre as funcionárias que atuam como inspetoras de alunos, onde a vítima solicitou a conversa à direção, relatando que havia sido empurrada pela outra profissional. No entanto, por motivos ainda a serem esclarecidos, a situação saiu do controle e evoluiu para agressões.
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Ainda conforme o registro policial, uma das inspetoras envolvidas, que entrou em contato com a reportagem do portal Folha Regional NET e apresentou-se como vítima da situação, tinha sinais aparentes de vermelhidão nos braços e pescoço, além de relatar dores de cabeça, embora sem lesões aparentes, dispensando atendimento médico, conforme análise da PM. A outra parte também não apresentava ferimentos visíveis.
Também foi relatado pela direção, que a reunião estava sendo realizada juntamente com dois vice-diretores, quando houve a agressão entre as funcionárias, sendo necessária a intervenção imediata para conter a situação.
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Consta ainda no boletim de ocorrência que uma das envolvidas teria gravado a reunião de mediação sem o consentimento dos demais participantes e sem autorização da direção.
O caso foi registrado pela Polícia Civil e deverá ser apurado para esclarecimento dos fatos e eventuais responsabilidades.
Nossa reportagem entrou em contato com as secretarias municipal e estadual de Educação, porém, até o momento da veiculação deste conteúdo, não obtivemos retorno.
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