Folha Regional

Inspetora de Junqueirópolis relata ter sido agredida em escola de Dracena

Uma ocorrência de contravenção penal por vias de fato foi registrada na tarde do dia 30 de março, por volta das 14h16, na Escola 9 de Julho, em Dracena. O caso aconteceu dentro do estabelecimento de ensino fundamental durante uma reunião de mediação de conflitos entre duas funcionárias.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, a equipe foi acionada pela vítima, via 190, para atender uma ocorrência inicialmente classificada como desinteligência. No local, as partes foram ouvidas e assinaram os respectivos termos.

Segundo apurado, a reunião era conduzida por um profissional da unidade, com o objetivo de tentar resolver desavenças anteriores, ocorridas pela manhã entre as funcionárias que atuam como inspetoras de alunos, onde a vítima solicitou a conversa à direção, relatando que havia sido empurrada pela outra profissional. No entanto, por motivos ainda a serem esclarecidos, a situação saiu do controle e evoluiu para agressões.

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Ainda conforme o registro policial, uma das inspetoras envolvidas, que entrou em contato com a reportagem do portal Folha Regional NET e apresentou-se como vítima da situação, tinha sinais aparentes de vermelhidão nos braços e pescoço, além de relatar dores de cabeça, embora sem lesões aparentes, dispensando atendimento médico, conforme análise da PM. A outra parte também não apresentava ferimentos visíveis.

As versões apresentadas pelas envolvidas divergem. Uma delas afirmou que vinha sofrendo desentendimentos anteriores e que, durante a tentativa de conciliação, teria sido agredida com socos e puxões de cabelo. Já a outra declarou que vinha sendo provocada há dias e que, diante de supostas inverdades durante a reunião, perdeu o controle e reagiu com tapas.

Também foi relatado pela direção, que a reunião estava sendo realizada juntamente com dois vice-diretores, quando houve a agressão entre as funcionárias, sendo necessária a intervenção imediata para conter a situação.

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Consta ainda no boletim de ocorrência que uma das envolvidas teria gravado a reunião de mediação sem o consentimento dos demais participantes e sem autorização da direção.

O caso foi registrado pela Polícia Civil e deverá ser apurado para esclarecimento dos fatos e eventuais responsabilidades.

Nossa reportagem entrou em contato com as secretarias municipal e estadual de Educação, porém, até o momento da veiculação deste conteúdo, não obtivemos retorno.

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