Close Menu
  • CAPA
  • Cidades
    • ADAMANTINA
    • DRACENA
    • FLÓRIDA
    • FLORA RICA
    • IRAPURU
    • INÚBIA PAULISTA
    • JUNQUEIRÓPOLIS
    • LUCÉLIA
    • MARIÁPOLIS
    • OSVALDO CRUZ
    • PACAEMBU
    • PRACINHA
    • PARAPUÃ
    • PRESIDENTE PRUDENTE
    • SALMOURÃO
  • Polícia
  • Fotos
  • Empresas
  • TV Folha
  • Esportes
Últimas

Bombeiros controlam incêndio em empresa de amendoim em Tupã

18 de setembro de 2026

Caravana Sebrae leva empreendedores de Adamantina, Lucélia e Pracinha à Feira do Empreendedor 2026

18 de setembro de 2026

LUCÉLIA: NAIANA STURARI destaca importância da fonoaudiologia no atendimento infantil

18 de setembro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) RSS
Folha Regional
sábado, setembro 19
  • CAPA
  • Cidades
    • ADAMANTINA
    • DRACENA
    • FLÓRIDA
    • FLORA RICA
    • IRAPURU
    • INÚBIA PAULISTA
    • JUNQUEIRÓPOLIS
    • LUCÉLIA
    • MARIÁPOLIS
    • OSVALDO CRUZ
    • PACAEMBU
    • PRACINHA
    • PARAPUÃ
    • PRESIDENTE PRUDENTE
    • SALMOURÃO
  • Polícia
  • Fotos
  • Empresas
  • TV Folha
  • Esportes
Folha Regional
  • Home
  • Buy Now
Home»Geral»Acordo revela que AstraZeneca impôs restrições ao Brasil na vacina da covid
Geral

Acordo revela que AstraZeneca impôs restrições ao Brasil na vacina da covid

folharegionalfolharegional8 de outubro de 2020
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Copy Link
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Copy Link

O acordo da AstraZeneca com o governo brasileiro revela que a empresa estrangeira impôs condições sobre a venda da futura vacina contra a covid-19, pagamento de royalties, manteve a patente sobre o produto e poderá até mesmo definir o que considera como a data do final da pandemia, já a partir de julho de 2021.

Os dados fazem parte do Memorando de Entendimento entre a Fiocruz e a AstraZeneca, assinado em 31 de julho. O acordo, obtido pela coluna, permitiu que o governo anunciasse um abastecimento de 100 milhões de doses da futura vacina, com um custo de US$ 300 milhões. Entendimentos seriam negociados para detalhar parcelas do acordo.

Pelo acordo com a empresa britânica, fica ainda estabelecido que, se a vacina não der resultados, não haverá um reembolso. De acordo com o acordo, pagamentos “não são reembolsáveis na hipótese de resultados negativo na pesquisa clinica”.

Também fica acordado que o pagamento pela “transferência de knowhow (conhecimento) de produção de produto acabado é não-reembolsável”.

Laboratório pode “decretar” fim da pandemia

O texto ainda explicita que a empresa multinacional fica com o direito de estabelecer o fim do período da pandemia. Esse trecho específico do acordo também foi publicado nesta quinta-feira pelo jornal Financial Times. De acordo com o texto, tal declaração de fim de pandemia poderia ser estabelecido já em 1 de julho de 2021. O período de pandemia poderia ser ampliado. Mas isso dependerá exclusivamente da AstraZeneca. A pandemia, portanto, poderia continua se a “AstraZeneca, em boa-fé, considerar que a pandemia da SARS-COV-2 ainda não terminou nesta data”. A relevância de tal postura reflete no preço. Segundo as multinacionais, um fornecimento de doses a um preço de custo só poderia.

Acordo com Fiocruz permite apenas produção de vacina para brasileiros

Em trecho do tratado inicial, fica estabelecido de forma clara que a produção realizada pela Fiocruz poderia atender apenas o mercado doméstico brasileiro, sem a possibilidade de uma eventual exportação dos produtos.

O texto diz que se considera que o entendimento “assegura a produção, distribuição e comercialização da vacina no Brasil”. Em outro trecho, também fica explicitado que a empresa concede a sublicença para produção, distribuição e comercialização da vacina para o “mercado publico brasileiro”.

Só quando a pandemia terminar é que “as partes avaliarão a possibilidade da extensão do território”. Ou seja, uma exportação da Fiocruz. O entendimento prevê que toda a propriedade intelectual da vacina permanece nas mãos da AstraZeneca, que um acordo ainda estabeleceria um pagamento de royalties e que o acordo é confidencial. Nesta quinta-feira, a coluna revelou que o governo brasileiro optou por não se aliar a um projeto da Índia e África do Sul para pedir a suspensão de todas as patentes de vacinas e tratamentos contra a covid-19. A decisão foi lamentada por ativistas e por ex-negociadores, como o ex-ministro Celso Amorim.

 

Adicione Folha Regional como fonte preferencial no Google
Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Copy Link
Artigo anterior“Operação Romeiros” será desenvolvida pela Polícia Rodoviária na região
Próximo artigo Motorista morre ao capotar carro em rodovia
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Últimas
Cidades

Bombeiros controlam incêndio em empresa de amendoim em Tupã

Por folharegional18 de setembro de 20260

Um incêndio de grandes proporções mobilizou equipes de resgate e forças de segurança no início…

Caravana Sebrae leva empreendedores de Adamantina, Lucélia e Pracinha à Feira do Empreendedor 2026

18 de setembro de 2026

LUCÉLIA: NAIANA STURARI destaca importância da fonoaudiologia no atendimento infantil

18 de setembro de 2026

FLÓRIDA: CASA DE CARNES BRANDÃO – frango assado todos os finais de semana

18 de setembro de 2026
Sobre
Sobre

SITE IFOLHAREGIONAL.COM.BR
O portal de notícias da Nova Alta Paulista

Contato: [email protected]

Últimas

Bombeiros controlam incêndio em empresa de amendoim em Tupã

18 de setembro de 2026

Caravana Sebrae leva empreendedores de Adamantina, Lucélia e Pracinha à Feira do Empreendedor 2026

18 de setembro de 2026

LUCÉLIA: NAIANA STURARI destaca importância da fonoaudiologia no atendimento infantil

18 de setembro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
© 2026 Folha Regional NET

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Aperte Esc para cancelar

Bloqueador de anúncios ativado!
Bloqueador de anúncios ativado!
Nosso site é possível graças à exibição de anúncios online aos nossos visitantes. Apoie-nos desativando o seu bloqueador de anúncios.