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Cidades

Prefeito eleito de Presidente Prudente diz que nomeará comissão de transição para levantar situação da Prefeitura

Por folharegional 11/10/2024 14:21 Atualizado em 11/10/2024 14:22
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Milton Carlos de Mello “Tupã” (Republicanos), de 61 anos, prefeito eleito nas Eleições 2024 em Presidente Prudente (SP), diz que nomeará uma comissão de transição para levantar a situação real da Prefeitura.

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Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o prefeito foi eleito com 52,81% dos votos válidos, o que totalizou 56.800 votos, no último domingo (6).

Será o terceiro mandato dele à frente da Prefeitura de Presidente Prudente. Ele já havia sido chefe do Poder Executivo local entre os anos de 2009 e 2016, em duas gestões consecutivas.

O vice-prefeito eleito na chapa é José Osanam Albuquerque Júnior (PL), de 59 anos.

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Mello ressaltou que, para o mandato de 2025 a 2028, suas principais prioridades serão zeladoria, educação, saúde, transporte público e iluminação.

“Nós temos uma questão em relação à educação, de fazermos um levantamento tanto da educação como na saúde. [Saber] quais são as condições dos prédios atuais, a questão de estrutura. Na educação, tentarmos voltar a implantar o projeto Cidadescola, que é criança em período integral. Na saúde, uma humanização no tratamento das pessoas que procuram o tratamento nas nossas unidades de saúde, com apoio do governador [Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos)], tentarmos zerar as filas quilométricas de exames e cirurgias”, explicou Mello.

Além disso, o novo chefe do Poder Executivo também completou que Presidente Prudente tem uma questão crucial com o transporte público, que afeta diretamente os moradores da cidade.

“Nós temos uma reclamação enorme. A Prefeitura, hoje, subsidia o transporte público. Coisa que nunca foi feita anteriormente e nós queremos saber quais são as responsabilidades da Prefeitura, quais são as responsabilidades da permissionária. E tem que se cumprir o contrato, mas dessa maneira que está aí, se for dessa maneira, nós iremos partir para um embate jurídico. O que não pode é a população prudentina continuar sendo prejudicada dessa maneira”, pontuou Mello à TV Fronteira.

 

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