Devido ao impacto, Pedro, que era um dos passageiros, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Outras duas pessoas que estavam no carro e foram encaminhadas em estado grave ao pronto-socorro Central de Bauru (SP). Antes do início do julgamento, a mãe do jovem falou sobre a espera por esse dia.
“Não tenho palavras para explicar a dor da nossa família. São quase quatro anos aguardando esse dia e acredito que se forem aplicadas as leis, se for aplicada uma punição adequada nesse caso, isso pode salvar muitas vidas, pode evitar que muitas famílias passem pelo o que estamos passando”, afirma Gisele Renata Toniatto Fernandes.
A defesa de Leonardo alega que o caso deveria ser tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
“A defesa desde o início do processo sustenta uma desclassificação do homicídio doloso. Nós tivemos um homicídio culposo no trânsito que acarretou na morte do Pedro. A defesa vai seguir nessa linha da desclassificação do dolo com as provas que já apresentamos durante o inquérito”, explica o advogado de defesa de Leonardo, Marcos Paulo Sena Santos Ballester.
Ainda segundo o advogado, entre essas provas, estaria um exame médico que constatou que Leonardo não dirigia embriagado. “Foi um erro fatal do Ministério Público, uma acusação genérica de que ele estava embriagado”, afirma.