Veículos na região central e nas rodovias de acesso à cidade foram incendiados, para impedir o deslocamento da equipe policial. Próximo à Praça Rui Barbosa, onde estão situadas as agências roubadas, os assaltantes fizeram reféns e “armaram” explosivos.
Após o ataque, o centro da cidade permaneceu isolado durante dois dias, até que os explosivos fossem desarmados. Três pessoas morreram, sendo dois moradores e um criminoso. Outras cinco também ficaram feridas, entre elas, um ciclista que teve os pés amputados após ser atingido por um explosivo.
A investigação policial identificou os suspeitos a partir de materiais genéticos coletados em vestígios do crime, quebras de sigilo de dados telefônicos e perícias sobre aparelhos eletrônicos.
A instrução do processo judicial foi realizada em 15 audiências para oitiva de 33 testemunhas e 20 interrogatórios.
Penas
- Willian Brito dos Santos: 65 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 501 dias-multa;
- Rogerio Oliveira Rodrigues: 65 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 501 dias-multa;
- Cristiano de Moraes Vieira: 65 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 501 dias-multa;
- Jairo Nogueira: 40 anos e 3 meses de prisão em regime fechado e 362 dias-multa;
- Welton Marinho da Silva: 65 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 501 dias-multa;
- Renato Jorge Vianna: 7 anos e 2 meses de prisão em regime fechado e 433 dias-multa;
- Ademir Luiz Rondon, que é ex-militar do Exército: 65 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 501 dias-multa;
- Carlos Eduardo Rocha Dias: 47 anos e 2 meses de prisão em regime fechado e 433 dias-multa;
- Guilherme Ciarelli dos Santos: 55 anos e 8 meses de prisão em regime fechado e 487 dias-multa.