Polícia investiga 10 golpes virtuais registrados em 15 dias em Dracena
Os golpistas se passam por pessoas conhecidas ou supostos funcionários da plataforma e pedem informações, códigos ou procedimentos no celular. A estratégia utiliza técnicas de engenharia social para conquistar a confiança das vítimas.
A investigação é conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise). Cada ocorrência resultou na abertura de um inquérito.
A Polícia Civil orienta a população a não fornecer senhas, códigos ou dados bancários, nem clicar em links ou realizar transferências a pedido de desconhecidos. Em caso de suspeita, a recomendação é interromper o contato e procurar diretamente os canais oficiais da empresa.
As vítimas também devem comunicar o banco sobre possíveis transações fraudulentas e guardar comprovantes, mensagens e registros das conversas para auxiliar nas investigações.
Por: Redação – Foto e informações: g1